Trabalho de casa para fazer

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http://www.publico.pt/sociedade/noticia/bruxelas-da-dois-meses-a-portugal-para-resolver-discriminacao-dos-professores-contratados-1613220

Também no superior há centenas de situações destas, umas abrangidas pelo regime transitório, outras não (mas nem por isso deixam de ser necessidades permanentes).

O SNESUP tem de se manter atento. Se a questão se resolver no ensino básico e secundário, também tem de se resolver no ensino superior.

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3 Respostas to “Trabalho de casa para fazer”

  1. Says:

    e vale a pena continuar a falar disto?
    Quer o snesup quer os colegas confortavelmente instalados não parecem minimamente preocupados com estas situações, fora uns acessos de benevolência para com os coitadinhos dos assistentes doutorados que já têm uma porrada de anos em tempo integral…
    Deve ser para ganharem um lugar no céu.

  2. Pedro Says:

    E não só! Serviu para muitos equiparados que fizeram doutoramentos (muitos com proveniência duvidosa e de rápida conclusão ) e ingressaram nas instituições sem concurso público!? Sim é verdade, no ensino superior promove-se a cunha e o amiguismo…façam o levantamento de quantos licenciados seguiram para doutoramento sem CV relevante (como menciona a lei). Certamente estes (e são muitos) não estarão nas manifestações, nunca sentirão essa necessidade.

  3. miguel Says:

    Eu nunca vi o SNESup, na sua actual direcção, pegar neste assunto. Vão ver quantos membros da direcção (e outras funções relevantes) estão nessas condições. ZERO.

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