Castelo Branco: Politécnico rejeita fusão com outras instituições

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É interessante cruzar este artigo de um jornal de província (ver link abaixo), com as notícias nacionais sobre os resultados dos exames do 12º ano. A juntar a isso considerem-se ainda as novas regras de acesso a alguns cursos (disciplinas obrigatórias) e a tendência recessiva na procura, verificada o ano passado. Perante este cenário muito pouco animador para um pequeno politécnico do interior do país, a única coisa que o seu presidente tem a dizer é que não quer fusões com ninguém. E para tentar minimizar a iminente ameaça de colapso da instituição que dirige, a única coisa que lhe ocorre é pedir ao Governo para aumentar as vagas no interior do país. Será que para ocupar essas vagas depois pretende atrair os estudantes com alojamento e refeições grátis?

Notícia http://www.reconquista.pt/pagina/edicao/210/23/noticia/22759

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30 Respostas to “Castelo Branco: Politécnico rejeita fusão com outras instituições”

  1. Adriano Says:

    Já o disse várias vezes, os agentes do estado estão a contribuir em grande parte para entregar o ensino ao sector privado, pois este além de lhe tirar as preocupações com despesas, ainda pagam alguns impostos!….
    Perante este cenário é preciso uma consciencialização muito forte de todos os docentes que o ES está a perder qualidade e a criar facilitismos!.. Já temos dois ministros com ” dois casos de suspeições” mas quantos não há abafados… e por acaso tudo se passa no privado pq o factor 3 (PPP) é muito poderoso e dá jeito a quem sabe trabalhar com isto…
    Penso que é tempo do SNESup levantar a voz em nome da qualidade e respeito pelos os alunos e docentes. Pois estes são pessoas que exigem mais respeito…

  2. jsandesilva Says:

    Também concordo que o SNESUP deveria (já o referi neste Fórum) atender mais às questões estruturantes do Ensino Superior, devido à sua importância para a vida profissional de todos nós. O pior é que se preparam consequências a um outro nível. Paulatinamente vão-se avolumando evidências sobre um mais que provavel fim para muitos cursos, escolas e … empregos.

  3. nsousa254 Says:

    Em alturas de crise os sindicatos pouco podem fazer. (Atenção, isto não quer dizer que não devam tentar.) Na prática os cortes decidem-se quando se colocam as cruzes de 4 em 4 anos…

  4. Susana Says:

    Gostava que me explicassem o motivo de eu, sócio do SNESUP com as quotas em dia, ter que ler no fórum do meu sindicato um post de um sindicalista a dizer que isto vai tudo acabar, que não vai haver emprego, que não vai haver alunos, que os politécnicos vão todos fechar.
    Deixo este aviso e prometo que irei estar atento: se este senhor Joaquim Sande Silva escreve mais uma destas atoardas, imediatamente na mesma hora (não é no mesmo dia; é de imediato) eu procedo á desvinculação do sindicato.
    A escolha é vossa.
    Esse senhor que crie o seu blog e só o lerá quem quiser.

    • ivogoncalves Says:

      Susana, Joaquim Sande Silva não é sindicalista, é um colega da Escola Superior Agrária de Coimbra que exprime aqui as suas opiniões, com as quais muita gente não concorda.

      Mas um Fórum é isto, é um espaço de debate livre de opiniões, onde os comentários obrigam os colegas que fazem posts a explicar melhor as suas opiniões.

  5. jsandesilva Says:

    Depois de ver comentário do colega Ivo Gonçalves apercebi-me do equívoco expresso no comentário anterior, e de facto não sou sindicalista mas simplesmente um colaborador deste Fórum. Já agora o que escrevo aqui não são atoardas mas apenas a minha interpretação do que se está a passar. E de facto estão a passar-se coisas (leia-se por exemplo o infosnesup 166, sobre o IPBeja). Se o autor do comentário não gosta do que escrevo está no seu direito, mas não é por isso que vou deixar de escrever e de dizer o que penso (era só o que faltava).
    Desafio o autor (Susana?) a expor o que pensa sobre o assunto, pois tenho genuino interesse em saber qual a interpretação que outros fazem destes tempos dificeis que atravessam as instituições com menos procura.

  6. jcleitaoJoão Leitão Says:

    Como vê um alfacinha esta questão do interior versus litoral

    Esta notícia já corre pelo interior há duas semanas, penso que nesta questão há duas leituras a fazer: a primeira uma leitura para um público interno, ou seja, neste caso cidade de Castelo Branco, mas podia ser da Guarda, Viseu ou outras, é claro que é necessário agradar à cidade e às suas gentes, dizer que se vai fazer um casamento pode ser mau para a imagem que se tem nestas cidades, como já me disseram acerca deste assunto “só por cima do meu cadáver” (palavras de um presidente cessante), a outra leitura que se pode ter pode passar por uma união de fa(c)to, essa é menos visível e agradará mais a audiências internas, veja-se a este propósito o título da notícia do Jornal Ensino Magazine (último nº), pág. 10 “Politécnicos do Centro do País – Partilha recursos” aí veremos perfilados lado a lado os respetivos presidentes em pose presidencial a celebrar o assinar do protocolo. (www.ensino.eu)
    Assim acabar com o nome Politécnico de…. não acontecerá, mas uma associação de politécnicos da Beira, em que os seus recursos entenda-se humanos são comuns e por isso terão mobilidade física isso acredito, e aí fica a outra questão agradar ao governo e dar resposta à questão de uma forma e tipo de racionalização da rede, que não é a que advogo.
    Posto isto, chego à questão da indignação da colega pelas palavras proferidas por outro colega, que outro colega logo fez o reparo da liberdade de expressão. Para se discutir isto de forma racional e aceitável, a todas as partes e para que não existam mais arquipélagos do que dois, (no nosso país) a menos que se pense no arquipélago do interior, sou daqueles que vê todo o território como uma continuidade homogénea, claro que só existe na minha cabeça, por essa razão a questão deve-se colocar da seguinte forma: Quais são os cursos com boa performance e sublinho com boa performance, que as instituições de ensino superior do litoral estão dispostas a fechar para se abrir no interior, por forma a tornar este território ainda que não uniforme, pelo menos mais uniforme? É porque no interior estamos a realizar mais depressa, (são instituições mais novas com rácios de doutoramento em menos anos que as do litoral), com menos investimento, e com muito menos custos para as famílias dos alunos (propinas, alojamento, alimentação), aquilo que no litoral outras instituições levaram décadas e séculos a conseguir. Não se trata de misericórdia, não se trata de caridade, mas sim de justiça territorial, equidade, ou seja solidariedade, sendo que alguns dos que leem esta minha perspetiva já terão escrito algo sobre desenvolvimento territorial falando do desenvolvimento dispare do território, teem aqui uma boa oportunidade para pensar o desenvolvimento de outra forma que não seja fechar o interior, utilizando uma frase gasta a questão é: O que está o litoral disposto a fazer para que o interior exista?
    Deixo ainda um apelo: Convém que o Snesup, preste atenção ao Jornal Ensino Magazine (já o disse diversas vezes), este jornal já chega a muitas instituições e por estas bandas tem peso, é de pensar a existência de um espaço do Snesup por aqui, pelo menos um no interior.

    João Leitão

  7. jsandesilva Says:

    Ora aqui está um comentário construtivo, o qual agradeço vivamente.
    Dois comentários em relação à associação de politécnicos do Centro. O primeiro é que acho sinceramente que não vai dar em nada. A Associação já tem 12 anos e o resultado da sua actividade é muito próximo de zero. Poderá pensar-se que com a necessidade de racionalização e o aperto financeiro, será forçada a funcionar. Mesmo assim duvido muito. No politécnico onde trabalho essa partilha racional de recursos não se verifica nem ao nível da unidade orgânica (não há RJIES que consiga vencer os corporativismos locais) quanto mais entre politécnicos espalhados por uma região vastíssima.
    O segundo comentário prende-se com o facto de iniciativas como a associação Politécnica ou os tais consórcios previstos na lei, colocarem (se funcionarem) os politécnicos num Guetto ainda mais fechado que o que já existe actualmente. O sub-sistema politécnico está completamente dependente das universidades, quer se goste quer não. Essa dependência faz-se através dos doutoramentos (que não podem ser feitos no sub-sistema politécnico) e da investigação em geral (a que é feita exclusivamente dentro do sub-sistema politécnico é quase residual, em termos relativos). Fechar os politécnicos dentro de si mesmos, sabendo que não são auto-suficientes, nem se prevê que o venham a ser, é quanto a mim uma asneira tremenda.
    Quanto à proposta de transferir vagas do litoral para o interior trata-se de uma questão que transcede a dicotomia politécnico/universidade. Na verdade há problemas de procura também nas universidades do interior. Não me parece que transferir vagas vá resolver grande coisa porque o problema é essencialmente demográfico. A não ser que se resolvam transferir os tais cursos com “boa performance” tipo medicina. Mas isso implicaria não só uma transferência de vagas (que nenhuma universidade vai querer libertar) mas também de conhecimento e de recursos.

  8. Susana Says:

    Por mais esclarecimentos que J. Sande Silva (JSS) faça, não tem sentido a sua presença no forúm SNESup. Tem direito à sua opinião, mas não é aqui. Que crie o seu blog. A posição oficial do sindicato não é a sua. O seu ruído não contribui para um clima de pacificação. Se ele pertende ao Politécnico de Coimbra, que comece por lutar por ter assento no conselho geral da sua instituição para assim podermos conhecer o seu entendimento quanto ao imbróglio ESGTOH. Agora escrever neste forum, quem não é sequer sindicalista, sobre um outro politécnico, não é prudente nem sequer avisado – é mesmo grosseiro, leviano, irresponsável e descortês. Mas eu tenho um bom remédio – no próximo post do cavalheiro, peço imediatamente a desvinculação do sindicato. Como disse JSS, “estão a passar-se coisas no politécnico”, em Beja, em Castelo Branco…. E no seu, camarada? Não fala? E na sua escola, que não chega a ter 1000 alunos para mais de 150 professores? Julga-se o único por dentro da situação das fusões? É no mínimo indelicado postar sobre outros politécnicos quando a situação que lhe assiste é tão nefasta. Veja lá se a sua escola se funde com a Escola Agrária de Santarém e o senhor tem de se deslocar da sua zona de conforto para o Ribatejo. E se alguém por lá andasse a postar sobre o seu politécnico também gostaria?
    E deixe-se de ser profeta a desgraça e escreva aqui a sua posição oficial sobre o que passa e passou em Agosto do ano passado com a ESTGOH. Vamos conhecer o que pensa sobre isso, preto no branco, e depois dar-lhe-emos todos mais crédito quando decidir opinar sobre o de Castelo Branco.
    Ora aqui mais um comentário pouco construtivo que com certeza não vai agradecer vivamente.

    • ivogoncalves Says:

      Por que motivo a colega Susana não escreve à Direcção do SNESup ? Do colectivo editorial de dois membros – António Vicente e Luís Moutinho – saiu um, Luís Moutinho, e não me consta que haja colectivos de uma só pessoa.

      Por que motivo o colega Joaquim Sande Silva continua a escrever ? Quando um polícia do PCP / FENPROF veio ao Fórum dizer que eu escrevia de mais, não se viu nenhuma posição da Direcção e retirei todos os meus 600 posts do Fórum. Depois o sistema apagou-os. Talvez a Direcção queira mesmo que no Fórum não haja artigos de opinião.

    • ivogoncalves Says:

      Há um ponto que julgo que Susana deverá esclarecer. Por que razão diz sobre J. Sande Silva, “A posição oficial do Sindicato não é a sua” ? A posição de J S Silva em artigo para o Expresso logo que iniciado novo ciclo político foi a de defender a fusão das redes universitária e politécnica. Não vi nenhuma posição oficial do Sindicato que não iniciou, ao que tenha visto (mas estou de fora) nenhum debate sobre o assunto.

  9. jsandesilva Says:

    Começo por devolver os adjectivos “leviano, irresponsável e descortês” à pessoa que resolveu embirrar comigo, sob o nome de Susana. Se é para ofender ao menos que se identifique e dê a cara e diga onde trabalha, para sabermos de onde vem tamanha dose de intolerãncia e estreiteza de espírito. Excusa de sair do Sindicato por minha causa porque não vou escrever aqui nem mais uma palavra. Não estou para aturar gente grosseira, porque não foi para isso que me inscrevi neste Fórum. Já agora um conselho: arrangem um moderador interventivo para este Fórum porque com gente assim ele vai acabar seguramente.
    O meu muito obrigado a todas as outras pessoas que respeitosamente tiveram a amabilidade de trocar impressões comigo sobre as questões da organização do ensino superior em Portugal.

  10. Susana Says:

    JSS: o meu nome é Susana. O cavalheiro respondeu com retórica, mas em termos práticos nada concretizou em relação aos pontos de discussão que levantei. Eu também não o estou para aturar a profetizar desgraças. Agora faça as birras que entender no seu próprio blog onde com toda a certeza o vamos ver defender a fusão do seu politécnico com a UC. Não se esqueça de argumentar que os colegas docentes universitários tiveram na sua esmagadora maioria dispensa para a obtenção do mestrado e 4 anos de dispensa para a obtenção do doutoramento. Também não ignore na sua avaliação que as suas cargas horárias foram sempre 9 horas no máximo. Os apoios à investigação, à participação nos congressos foram sempre uma constante. A endogamia, então, é melhor nem falar. São milhares os docentes universitários que fizeram licenciatura, mestrado e doutoramento tendo como orientador o colega do piso de cima. Nos processos de fusão, todas estas situações a montante vão ser convenientemente olvidadas. Fale de tudo isto no seu novo blog já que se manifesta tão sedento de protagonismo ao ponto de sugestionar uma fusão entre o IPCB e a UBI. Acha mesmo que as realidades dos colegas dos dois subsistemas são comparáveis? Saindo o douto colega deste forum, não se perde nada. Tudo se transforma. Devolvo-lhe o epíteto de gente grosseira. Um indíviduo grosseiro é aquele que procura desestabilizar os colegas de outra instituição que não a sua. Esteja calado e escreva o que bem entender no blog da sua paróquia.

  11. Susana Says:

    E sim, a medida proposta pelo presidente do IP Castelo Branco de aumentar o número de vagas é apropriada, acertada e revela até bastante visão de conjunto.
    Não se preocupe JSS que quanto ao alojamento e às refeições não existem problemas, ao contrário do que petulantemente sugere. E com certeza também que a agrária de Coimbra nos faria um desconto de quantidade nos fornecimentos à cantina.

  12. lolivei Says:

    O estatuto editorial deste forum, que acompanho praticamente desde o seu início, está bem visível no lado direito desta página. Para evitar o trabalho de o irem consultar aqui fica o link (https://forumsnesup.wordpress.com/esteditorial/) e duas passagens:

    “No entanto, as opiniões publicadas não emanarão necessariamente do Sindicato nem ficarão a vinculá-lo. Apenas vincularão os autores do blogue que escreverem o nome por baixo ou, quando tal seja indicado, o colectivo editorial no seu conjunto.
    Para que o acesso dos leitores não se faça apenas por via dos comentários, convidaremos colegas que não pertencem ao colectivo editorial a colocarem posts no blogue e acolheremos com interesse as propostas de publicação de textos de opinião que nos fizerem chegar.”

    A liberdade de opinião é parte intrínseca deste forum. A tentativa de a limitar será talvez fruto dos tempos que vivemos, mas faz lembrar outras épocas que, espero, fazem já parte do passado. Mas vê-se que tem ainda alguns defensores intemporais.

    Intemporal é também a elegância do tom de um discurso; a sua natureza permite sempre avaliar o seu subscritor.

    Não concordando sempre com JSS, gosto de ler os seus textos, quanto mais não seja para conseguir arranjar argumentos que contrariem as suas ideias. Assim, espero que reconsidere a sua opção e volte a partilhar neste fórum as suas ideias e opiniões.

    Termino como comecei. Conforme referido no estatuto editorial do fórum, este comentário não vincula o SNESup nem a sua direcção e é totalmente da minha responsabilidade.
    Luís Oliveira

  13. Adriano Says:

    Caros,
    penso que todos gostamos do que fazemos! Todos nós, sem excepção, temos uma mentalização superior do ES! Uns melhor, outros pior ,todos procuramos dar o melhor para a qualidade do ES… é assim que vejo a nossa intervenção pq me considero um bom e convencido profissional!
    A afastar-se da defesa da qualidade do ES, militar por outras causas, neste momento, é dar um tiro no pé ou mais acima. Sempre combati e combato este ensino para dar nome a quem precisa!( politicos, orportunistas ou…) Habituei-me, por causa da minha aculturação, à especificidade, à forte formação na area e não aos doutores tout court !. Dou um ex. Como é possível, um prof. lic. em C. da educação, Me na mesma e doutor não sei em quê…. ganhar o concurso para prof. ASSIADO de Psicopatologia…..Nesse concurso, concorreu um outro com a Lic. em Psicologia Patologica, Me em Psicopatologia Clinica, Doutor em Psicopatolgia, prof. de psicopatologia há mais de 20 anos,,etc.. Mas quem ficou foi o do sistema pq os comerciantes do ES assim o pode decidir… 5 anos depois manda-se repetir o concurso, porque TAF achou que havia fraude… Mas o que é certo é que tudo continua na mesma e quem perde são os alunos e a credibilidae do sistema português.
    São estes pequenos faits divers que marcam a qualidade do ES.
    Por isso é preciso combater, em nome da qualidade e credibilidade o sistema de ES ao qual todos nós temos a honra e orgulho de pertencer.

    A qualidade do ES, está em perigo, todos nós sabemos, mas todos temos medo de denunciar o sistema pq falta-nos o espirito de qualidade objectiva, rigorosa e respeitada pelos outros.

    Ter um sindicato para defender esta ou aquela instituição, este o aquele reitor…ou…, não tem qualquer interesse, neste momento de crise, precisamos de um quorum que defenda a qualidade, a credibildade do ES e sobretudo a sua forte especificidade.

    Podem contar comigo para esta discussão e acção!

  14. nsousa254 Says:

    O Ensino Superior como um todo não está em perigo, mas está a ser gravemente debilitado. E algumas partes do ES, essas sim estão em perigo (algum do dano, temos de o admitir, foi auto-infligido).

    O ES está muito fragmentado. Só se vai conseguir alguma coisa com a união de todos os profissionais, e aí os sindicatos têm uma palavra a dizer. Mas só se se conseguirem entender…

  15. Adriano Says:

    Paz à união e força na acção!….
    É com esta intenção que me decido dar continuidade ao que está em debate!
    Tenho muuitos anos de vida académica, até me parece que não sei fazer outra coisa, nem muito menos viver fora deste sistema. No que toca a sindicatos desde da velha e respeitada senhora ( força do léxico) passei, militei fui adorado e …..Tudo sofri na pele, o lado bom e mau.. são os ossos do ofício.. Porém no que toca à união…não benificio pq todos somos diferentes, para mim a pior das coisas numa democracia é a ditadura dos alinhados, ou seja ou tu ou eu, + nós todos a uma só voz…. Colegas libertos deste alinhamento é preciso estrutrar um SNESup próprio e digno da crise que se instalou ao longo de muitos e mórbidos anos!
    Repito, para mim a qulidade do ES, a qualidade do profissionais que formamos, está acima de todas e qqs querlas do individualismo dos sindicatos e sobretudo destes governos AD HOC que procuram todos calar em nome da UNIÃO LUSITANIA.
    Exigência e divergência para que os rediculos não sejam excluidos da paz à união.
    Força!……

  16. M. Soares Says:

    Passo por aqui muito raramente, mas já deu para perceber que o colega João Sandes da Silva vai deixar de escrever aqui a dar palpites especialmente sobre os outros institutos politécnicos que não são o dele. Parece pelo que percebi que alguém o meteu na linha. Pois eu só tenho a agradecer, porque sinceramente também nunca apreciei a sua escrita apocalíptica. E escrever sobre a fusão de um politécnico sem lhe pertencer, honestamente ficou-lhe muito mal. Não era necessário. Em Castelo Branco isso caiu muito mal! O colega João Sandes Silva não procedeu bem, por isso acho natural que não mais escreva no blog

  17. M. Soares Says:

    Passo aqui muito raramente, mas já deu para perceber que o colega João Sandes da Silva vai deixar de escrever aqui a dar palpites especialmente sobre os outros institutos politécnicos que não são o dele. Parece pelo que percebi que alguém o meteu na linha. Pois só tenho a agradecer, porque sinceramente também nunca apreciei a sua escrita apocalíptica. E escrever sobre a fusão de um politécnico sem lhe pertencer, honestamente ficou-lhe muito mal. Não era necessário. Em Castelo Branco isso caiu muito mal! O colega João Sandes Silva não procedeu bem, por isso acho natural que não mais escreva no blog do snesup.

  18. nsousa Says:

    Não compreendo o porquê de tanta hostilidade, mas pronto.

  19. Susana Says:

    Sim, nsousa.
    Porque os teus comentários são sempre muito equilibrados.
    E de hostilidade não têm rigorosamente nada.
    Quem acompanhou o teu choradinho por aqui nos últimos 3 anos, a carpir as mágoas do último dos equiparados fora da abrangência do regime transitório (menos de 5 anos), com uma visão totalmente umbiguista, pode certamente dizer que os teus comentários eram pouco hostis.

    Não compreendo o porquê de tanto choradinho, mas pronto.

  20. Susana Says:

    Outra matéria:
    Fala-se numa vinculação extraordinária dos docentes do secundário.
    Fala-se em 10 anos (necessidades permanentes de serviço).
    O snesup está de férias?
    Como se dizia na minha terra, vamos ser comidos de cebolada? (passe a expressão)

    • ivogoncalves Says:

      O SNESup já fez proposta ao Senhor Ministro. O Senhor Secretário de Estado respondeu que era não oportuno. Se a Susana passa férias com o Senhor Ministro não deixe de lhe falar do assunto.

  21. nsousa254 Says:

    Cara Susana: a minha situação não era, nem nunca foi, de equiparado a tempo integral com menos de 5 anos.

  22. J. Says:

    Já não passava por cá à algum tempo, e isto está animado.
    No entanto, chantagear para calar alguém de quem não se concorda não me parece bem!
    Podemos não gostar da opinião, mas temos que respeitar!

    Opinião não é delito, e acho que (ainda) vivemos em liberdade e democracia (?).

  23. aborrida1947 Says:

    Ok!
    Penso eu, que as férias vão trazer ideias renovadores.
    Já agora, façam uma pesquisa sobre a palavra liberdade e democracia… porque neste momento sinto muito a ditadura de quem ganha eleições…

  24. Susana Says:

    Para o ensio superior politécnico o momento nunca é oportuno.
    Para o Estado finalmente ser uma pessoa bem, o momento não é oportuno. Nunca, mas nunca é oportuno. Contratados do ensino superior com mais de 5, 10, 12 ou 13 anos, sempre com horário completo, muitos deles nas mesmas instituições, merecem ser tratados com dignidade. O sindicato abandonou esta causa. Mas a memória não é curta. Se for conseguida a vitória pela Fenprof para os colegas do ensino secundário (justíssima) a debandada será geral no SNESUP. Permaneçam inertes que depois só contarão os associados com recurso a uma………………………………lupa.
    Setembro será um mês tão quente.
    O SNESUP nada fará, vai uma aposta? Urge um comunicado institucional, ou mesmo um email, de que são tão pródigos, que explique o motivo de não se pedir para o superior aquilo que a FENPROF está a pedir para o secundário. MAS SEM RODEIOS, senhor professor doutor do quadro da UBI António Vicente.
    Quanto aos comentários que por aqui pairam, pertencem a gente distraída. Mais preocupada em saber se vai passar as férias na Manta Rota ou na Serra da Estrela.
    A minha situação resolve-se como a de um colega cujo comentário acho que li neste espaço. Se não houver uma palavra em Agosto em relação à vinculação dos contratados no ens sup politecnico por parte da direção deste sindicato, em setembro peço a desvinculação. Estou farta disto.

  25. ivogoncalves Says:

    Para se desvincular do SNESup, Susana, é preciso primeiro estar vinculada.

    O SNESup propõs o acesso a contrato de trabalho em funções públicas a tempo indeterminado, a FENPROF não quis apoiar e o Nuno Crato mandou dizer que não era oportuno.

    Quanto ao António Vicente, não é do quadro, tem contrato de trabalho em funções públicas em período experimental. No ensino superior já não há quadros. No Básico e Secundário a FENPROF continua a enganar o pessoal a dizer que estão no quadro e o Nuno Crato faz-lhes o jeito mandando republicar o ECD como se houvesse quadro.

    Boas férias

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