Fusões no Superior têm de avançar no próximo ano

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O presidente do CRUP em entrevista ao Jornal de Negócios.

http://umonline.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/Clipping/NoticiaView.ascx&ItemID=62655&Mid=111&lang=pt-PT&pageid=1&tabid=0

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9 Respostas to “Fusões no Superior têm de avançar no próximo ano”

  1. Anónimo com medo de represálias Says:

    A pouca-vergonha reina no Instuto Piaget.
    Ordenados em atrazo, recibos verdes, alunos perjudicados com penhoras se atrazarem o pagamento um único dia.
    O Instituto Piaget é uma verdadeira selva que não respeita docentes nem alunos. Só alimenta um punhado de imorais da cúpula dirigente.

    Alguns descasos:
    1 – http://www.snp.pt/Artigos/20070110.htm
    2 – http://suricatahomem.blogspot.com/2007/10/no-insituto-piaget-quem-se-lixa-voc.html
    3 – http://suricatahomem.blogspot.com/2009/08/292-no-instituto-piaget-quem-se-lixa-e.html

  2. jsandesilva Says:

    Obrigado pela contribuição. Alguns comentários ao comentário:
    – A selva reina em muitas outras instituições de ensino superior, não é só no Piaget. A falta de alunos e de dinheiro leva as instituições em pior situação a ultrapassarem os limites do razoável e pior que isso, da legalidade, como ficou patente nos relatos transmitidos durante o último Conselho Nacional do SNESUP.
    – Não tenho grandes dúvidas que o pior ainda está para vir, quer para as instituições privadas quer para as instituições politécnicas, que são sempre as primeiras a sofrer com a quebra na procura por parte dos alunos.
    – O próximo concurso nacional de acesso irá originar um número ainda maior de cursos às moscas”, devido às alterações nas disciplinas obrigatórias de acesso a esses cursos (caso das engenharias por exemplo).
    – Muitos cursos e provavelmente muitas instituições deixarão de ter viabilidade e irão fechar. Nessa altura o problema não serão os docentes com salários em atraso, mas sim os docentes sem emprego.
    – O triste é que perante a situação de iminente descalabro de muitas instituições que conduz inevitavelmente à “selva”, a tu
    tela tem-se limitado a assobiar para o alto, invocando a sacrossanta autonomia, que neste caso dá muito jeito.

    Em futuros comentários agradecemos um pouco mais de rigor na redacção (erros de ortografia) para manter a qualidade dos textos deste Fórum.

  3. BSousa Says:

    Lamento mas não comparecerei no Palácio das Laranjeiras (Sede do MEC) no dia 6 de Junho, pura e simplesmente porque não vejo o SNESUP a defender-me e aos outros em igual situação que, por não terem os 5 anos em 2009 mas estarem inscritos em doutoramento à data de entrada em vigor do ECPDESP, têm de agora os 2 requisitos (PhD e 5, ou 6 ou mesmo quase 7 anos).
    Só vos vejo a falar da remuneração adequada daqueles que transitam automaticamente para a carreira.
    Até os sindicatos apoiam os poderes instalados?
    Pois digo-vos, a mim e a muitos transitem-nos para a carreira e ponham-nos a ganhar o mesmo, era só o que queríamos…

    • ivogoncalves Says:

      Não vê ? Mas o SNESup tem no MEC uma proposta de alteração ao ECDU e ao ECPDESP que integra na carreira os colegas que na revisão de 2009/2010, ficaram de fora.

    • Álvaro Borralho Says:

      “Transitem-nos para a carreira e ponham-nos a ganhar o mesmo, era só o que queríamos…” E já agora, não quer um serviço ao domicílio? Esta frase diz tudo acerca da mentalidadezinha que grassa em alguns colegas: façam por nós! Não! Venha fazer por si também, é o que lhe digo! Dê o seu contributo. Não faça activismo de sofá porque esse é grande contributo cidadão é que “apoia os poderes instalados”!

      Álvaro Borralho
      (Membro da Direcção e do Conselho Nacional)

    • BSousa Says:

      Caríssimo colega Álvaro Borralho,
      Antes de fazer juízos de valor gratuitos, ainda mais gravosos partindo de um membro da Direcção e do Conselho Nacional, tenha o cuidado de inquirir sobre o passado das pessoas, ou pelo menos dar o benefício da dúvida.
      É certo que não tem obrigação nenhuma de o saber, mas creia o colega que, mesmo contra os meus superiores e colegas, participei em todas as greves e manifestações relacionadas com o Ensino Superior e a função Pública desde 2006, ano que ingressei como docente do ensino superior.
      O colega quer que faça mais o quê? pague o “dízimo”? e não o pagarei já?
      E mais, o colega critica o “activismo de sofá”, mas pergunto-lhe eu, não é o forum snesup um estímulo precisamente a esta via? Uma consequência da modernização da comunicação, a auto-estrada electrónica? Ou é uma via unilateral e os colegas não podem/devem intervir?

      • Álvaro Borralho Says:

        Quem não está disposto a lutar por aquilo que considera justo não tem o direito moral de questionar de “o sindicato apoia os poderes instalados”. Quem os apoia é, objectivamente, quem desiste, quem acha que já fez muito ou sugere que arranjou inconvenientes por lutar contra as injustiças. Bem-vindo ao clube! O dízimo paga-se em certas igrejas, aqui não se pretende isso. Mas a situação a que chegámos é bem a consequência do activismo de sofá.

  4. TMarques Says:

    Concordo, os textos no vosso site são claramente e ostensivamente de apoio à “transição para professor adjunto com a inerente remuneração”, e não de apoio à transição daqueles que não estão incluidos na transição automática. É óbvio o esforço (legítimo) de posicionar adequadamente os recém-transitados no escalão devido. Não tão óbvio será o tal esforço de impedir que os que não transitam automaticamente se posicionem no escalão 0.
    Façam o favor de não nos atirar areia para os olhos e meçam bem as vossas acções e prioridades. Os colegas que estão na iminência de vos deixar merecem mais dignidade pois estão bem pior do que antes do ECPDESP, estão a ser empurrados para o desemprego.

  5. nsousa254 Says:

    Já uma vez tive oportunidade de referir o mesmo: os colegas que estão fora da carreira (seja por estarem a tempo parcial, seja por caírem fora do âmbito dos regimes transitórios) terão BEM MAIS a agradecer ao snesup por ver a sua situação resolvida do que os, que já na carreira, consigam as atualizações remuneratórias devidas.

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