Ontem, nos mídia

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Vídeo da mobilização no Politécnico do Porto

 

Professores do superior manifestam-se em Lisboa

Institutos de Engenharia do Porto, Lisboa e Coimbra estiveram fechados até às 10h00 em protesto

Cerca de cem docentes do politécnico de Coimbra participam na manifestação em Lisboa

Centenas de professores manifestaram-se à frente do Parlamento  

Professores do ISEL falam à Antena 1


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19 Respostas to “Ontem, nos mídia”

  1. Doutorado na Diáspora Says:

    Depois de ler a notícia no Público. Seis anos para obter o grau de doutor? Puxa! Até uma tartaruga a trabalhar em regime pós-laboral consegue ser mais rápida… Será para justificar 6 anos de boa vida sem ter de ir das aulas por dispensa de serviço docente?

    Os comentários dos leitores à notícia http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1384677, são em alguns casos um verdadeiro deleite. QUE OS CONCURSOS SIRVAM PARA SEPARAR O TRIGO DO JOIO!

    • Alferes Says:

      O Sr. Doutor doutorou-se com dispensa de serviço docente? Então é um privilegiado! Há-de dizer como conseguiu!!

      • Doutorado na Diáspora Says:

        Caro Alferes,

        Está enganado. Eu trabalhei sempre 60 horas semanais, tendo demorado quatro anos e meio para chegar à defesa da tese em regime pós-laboral. Tudo pago do meu bolso, sem qualquer apoio estatal ou privado.

        Priviligiado é quem pode utilizar um regime pós-laboral após 35 horas de trabalho semanal, e nem aproveita!

        Dá Deus nozes a quem não tem dentes… nem vontade de fazer pela sua vidinha!

  2. Miguel G. Says:

    Estes doutorados na diáspora sofrem de doctorite aguda. Pena não lhes ser letal

    • Doutorado na Diáspora Says:

      Antes doctorite aguda que preguicite crónica, esta última muito letal quando já não empregos para toda a vida.

  3. Doutorado na Diáspora Says:

    Antes doctorite aguda que preguicite crónica, esta última muito letal quando já não´há empregos para toda a vida.

  4. Miguel G. Says:

    Boa viagem senhor doutorado na diáspora que nos escreve de Portugal. Isso continua a explicar a sua posição.

    • Doutorado na Diáspora Says:

      Escrever de Portugal ou de fora de Portugal, é isso que lhe importa na actual questão do Estatuto da Carreira?

      A minha posição não depende da localização geográfica. Mais! A minha actividade académica (investigação e docência) é efectuada no estrangeiro e não são os 3.028,14 euros de remuneração de um Professor Adjunto incentivo suficiente para me mudar de armas e bagagens para um Politécnico. Não que ganhe mais. É tudo uma questão de condições de trabalho que mão me parecem existir em Portugal.

      Agradeço os votos de boa viagem, pois de facto viajo muito entre o país onde trabalho e Portugal.

      Cumprimentos,
      Doutorado na Diáspora

  5. Alferes Says:

    Então Sr. Doutorado na Diáspora está em condição excelente para entender os que, tal como o senhor, “fizeram pela vidinha” e continuam Eq. a Assistentes há longos anos. Estranho, não é? Pois…

    • Doutorado na Diáspora Says:

      Claro que entendo e sei que há diversos Equiparados a Assistentes com o grau de Doutor, os quais têm de “comer e calar” perante arrogantes Professores Adjuntos licenciados ou mestres. Mais uma razão para defender os concursos públicos transparentes.

      Tanto como entendo o drama de quem pode ficar sem emprego.

  6. Alferes Says:

    Então pense em todos aqueles que ao longo de 10, 15 e 20 anos fizeram o trabalho de professores, receberam como assistentes com contratos renovados de 2 em 2 anos, obtiveram os seus graus, fizeram trabalhos de investigação, contribuiram para o sucesso de muitas instituições, são óptimos professores – que mais provas têm de dar?!!! O problema não é “separar o trigo do joio”, porque estaremos concerteza todos de acordo. O problema é o que fazer em relação ao “trigo que foi, durante tanto tempo, tratado como joio”- não existirá forma de recuperar algumas grandes injustiças?

  7. Miguel G. Says:

    aqui deixo o meu comentário ao senhor doutorado na diáspora: não me merece qualquer tipo de credibilidade um português que afirme, e estou a citá-lo a propósito dos estatutos, “que as posições sindicais não são justas nem correctas”. Quanto ao resto, já nos habituámos aos seus tardios “meas culpas”. Não cola, comigo. É nestes momentos que se vê o carácter das pessoas.

    • Doutorado na Diáspora Says:

      Caro Senhor Miguel G.,

      Cita-me fora de contexto. (afirmei que «Só Deputados pertencentes ao País Nominal, daqueles que nem sabem lá muito bem como foram parar ao Parlamento, é que podem afirmar que a posição sindical é justa e correcta. Mas, não é surpresa! As aberrações legislativas em forma de Lei, são mais que muitas. …)

      Ainda bem que não lhe mereço qualquer tipo de credibilidade. Certamente merece-lhe mais credibilidade o Sr. Valter Lemos que na qualidade de Presidente de um Instituto terá feito vista grossa a alguns concursos muito peculiares, que acabaram por redundar em impugnações por parte dos candidatos. Que na qualidade de Secretário de Estado não reconhece para os docentes contratados do ensino básico e secundário (sujeitos a concurso, com 10,15, 20 anos de serviço público) o que se pretende reconhecer para os Equiparados do Politécnico. Deve ser efeito do princípio da dualidade.

      Merecem-lhe certamente mais credibilidade os signatários de acta final de um concurso em que o Júri foi constituido por duas pessoas.

      Merecem-lhe mais credibilidade os “doutos” legisladores que metem no Estatuto vigente um inexistente “diplomas de estudos graduados” (veja nas notas do Art. 7.º em http://www.snesup.pt/htmls/extra/EstatutodaCarreiradoPessoa.shtml) ou que produzem textos que obrigam a pareceres como este http://www.snesup.pt/htmls/EEZuuFVEAFomkSiSXr.shtml , o qual foi motivado pela exclusão de alguns candidatos a determinados concursos.

      Fracos argumentos apresenta contra a minhas posições. Quanto a questões de carácter, afirmo-lhe que me sinto de bem com a minha consciência, que quanto a esse aspecto – como diria a minha mãe perante um estultilóquio – Vaya Vsted a hacer puñetas. (consulte aqui http://buscon.rae.es/draeI/SrvltConsulta?TIPO_BUS=3&LEMA=puñeta o significado da expressão).

      De V.Exa atentamente,
      Doutorado na Diáspora

  8. Alferes Says:

    A sua posição é idêntica a todos aqueles que estão do lado de fora. Os concursos deveriam ter existido sempre! E se a lei tivesse sido cumprida, todos os que obtiveram os graus necessários teriam progredido na carreira. Grande parte da falha do sistema foi exactamente colmatar as necessidades de recursos especializados por parte do ensino superior com “mão-de-obra especializada barata” que se auto-financia na sua formação. A lei não é cumprida pelo Estado há décadas . Como pode falar em transparência? Sabe muito bem que isso não existe!

  9. Doutorado na Diáspora Says:

    Caro Alferes,

    Em relação ao Ensino Superior Público Português eu estou mesmo do lado de fora. Contudo, não é isso que me leva a ter uma posição idêntica «a todos aqueles que estão do lado de fora». Levam-me outras razões, entre elas, o que afirma sobre a ausência de concursos ao longo de anos ou os concursos a conta-gotas e à medida de alguns opositores. Leva-me a defender o que defendo, saber que existem situações de prepotência em que alguém pode afirmar a outrem – Cale-se! Você é um mero equiparado. (que é como quem canta a célebre letra da canção: «ou estás caladinho ou levas no focinho!»)

    Aquilo que escreve sobre a “mão-de-obra especializada barata” é uma triste realidade neste país desde o ensino básico até ao ensino superior. Essa é uma política seguida desde os tempos da Dra. Ferreira Leite, Ministra da Educação.

    Concordo consigo. A lei não é cumprida pelo Estado há décadas e – salvo raras excepções – a transparência não existe. Em diversos concursos fiquei com essa percepção. Tal não impede que pugne pela existência de leis que sejam cumpridas e concursos transparentes, com critérios de avaliação do mérito dos candidatos bem claros.

  10. Doutorado na Diáspora Says:

    Caro Senhor Miguel G.

    A minha resposta ao seu comentário apresenta a situação seguinte:

    Doutorado na Diáspora Diz: O seu comentário aguarda moderação.

    08/06/2009 às 23:11

    Não sei o que é necessitará de moderação. Talvez sejam os links que coloco no comentário. Devem ser potencialmente incómodos, principalmente quando remeto para páginas do site do SNESup.

    • forumsnesup Says:

      Quando tem essa funcionalidade ligada, se colocar dois links ou mais o comentário é automaticamente considerado SPAM pelo WordPress.

  11. Doutorado na Diáspora Says:

    Ilustre Forumsnesup,

    Agradeço a explicação.

    Saudações académicas,
    Doutorado na Diáspora

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