Actualização: Concentração 3 de Junho de 2009

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A concentração realizar-se-á, no dia 3 de Junho, das 14h30 em diante, nas imediações do Palácio de S. Bento, em Lisboa.

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4 Respostas to “Actualização: Concentração 3 de Junho de 2009”

  1. moutinho Says:

    Há transportes a sair do ISEP, no Porto, às 10h!

  2. Eu, Edu(l)colândia Says:

    Também é importante que se diga que o sistema está em contracção demográfica. E estas medidas antecipam e facilitam a “gestão em baixa”. Certo também é que estamos ante uma crise financeira global e, claro, desde há mais tempo também nacional. E o que se faz, ante as dificuldades? Precarizar os provisórios e dar mais um escalão, acrescido de outras mordomias, aos possíveis definitivos. A receita é velha e vem do tempo da outra Senhora, pagar bem aos cocheiros para fazer andar os cavalos…

  3. A. Says:

    Estes docentes – cuja maioria, contrariamente a preconceitos instalados, ganhou o seu lugar por via de concurso – têm preenchido necessidades permanentes das instituições, sem que, em regra, lhes tenha sido dada a oportunidade de obter doutoramento designadamente através de dispensa de serviço docente, tal como no sistema universitário. Não é, portanto, admissível que sejam simplesmente descartáveis pessoas que dedicaram as suas vidas profissionais à instituição e ao país.

    • Doutorado na Diáspora Says:

      Segundo “A.” existem por aí uns “desgraçadinhos” a quem nunca foi dada a oportunidade de obter o grau de doutor. Estas “pobres vítimas” só não têm o grau de doutor porque nunca lhes foi dada a oportunidade de dispensa de serviço docente.

      Há dias em que a demagogia raia os limites. Só falta mesmo acrescentar que não têm o grau de doutor porque os sucessivos Ministros da tutela não aceitaram lavar o “rabinho deles com água de malvas”!

      Fique “A” sabendo que em Portugal (e noutros países) existem pessoas que para concluir os seus estudos e obter o grau de doutor trabalharam no duro, dedicaram-se ao doutoramento em horário pós-laboral, sem propinas financiadas pelo Estado e outras mordomias. Alguns deles obtiveram classificação máxima nas respectivas provas de doutoramento e não foi a falta das condições referidas por “A.” que os impediu de obterem tão distintas classificações.

      Creio que um país vai mal quando o Estado olha para os seus Recursos Humanos sem qualquer sensibilidade e os considera descartáveis. Coisa que tem ocorrido no Ensino Básico e Secundário ao longo dos últimos 10 anos. Mas… o tema só nos preocupa quando bate à nossa porta.

      Compreendo o desespero de quem vê o seu posto de trabalho em causa, mas muito me admira que só agora tenham acordado para o problema. Entre os meus colegas do programa doutoral estavam sete docentes do Ensino Superior Politécnico perfeitamente conscientes da necessidade de se doutorarem. Curiosamente, porque a taxa de mortalidade nos programas doutorais é bastante elevada, só um é que chegou ao grau de doutor e era aquele que não gozava de qualquer regalia (do tipos dispensa de serviço ou propinas pagas). Os restantes seis, andam agora a todo o vapor a tentar apresentar e defender a sua tese de doutoramento o mais rápido possível.

      Conclusão. Parece que é necessário um forte abanão para algumas pessoas acordarem e se motivarem para concluir o que iniciaram.

      Doutorado na Diáspora

      PS – É interessante verificar como diferem as opiniões entre quem já tem o grau de doutor e quem não o tem. É interessante verificar o ar de felicidade de alguns doutores (assistentes 2.º triénio, equiparados a assistentes ou a professores adjuntos) perante a actual proposta do Ministério. Um destes dias, alguém me disse «a resposta contra a prepotência e a arrogância de alguns, parece que vai ser servida fria com o novo estatuto». Esse alguém dedicou grande parte da sua vida profissional à «instituição e ao país»

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